Escola Igualdade e Justiça leva ações do Setembro Amarelo para além dos muros escolares

30 de setembro de 2026 às 09:26

Estudantes transformaram arte, inclusão e cuidado em mensagens de valorização da vida compartilhadas com a comunidade.

A Escola Municipal Igualdade e Justiça realizou uma ação do Setembro Amarelo com os estudantes dos 8°anos A e B, turno matutino, e 9º ano C,  turno vespertino, levando ao comércio local mensagens de valorização da vida, cuidado e acolhimento. A iniciativa integrou as atividades desenvolvidas pela unidade escolar durante o mês e aproximou os estudantes da comunidade.

Entre as produções estavam flores confeccionadas nas aulas de Artes, que passaram a compor cartões distribuídos durante a mobilização. A proposta nasceu na Sala de Recursos, a partir de uma atividade realizada por um aluno da escola, e ganhou novos participantes, mostrando como uma ideia pode crescer quando diferentes estudantes encontram espaço para contribuir.

A experiência também reforçou um princípio importante da educação inclusiva: incluir não é apenas garantir que o estudante esteja presente, mas criar condições para que ele participe, produza e se reconheça como parte do que está sendo construído. Nesse processo, a arte tornou-se uma forma de expressão, integração e pertencimento, levando a aprendizagem para além dos muros da escola.

A realização envolveu o trabalho conjunto da psicopedagoga Glairner Nobre; do professor de Libras Daniel Gomes; da coordenadora Jovânia Moreira; dos professores de Artes Tatiana Galdino, Jailson Gonzaga, Vanda Marques e Núbia Vieira; da diretora Mércia Morais; e de Erlane dos Santos, chefe do CRAS IV – Vila Vargas. A mobilização contou ainda com a participação de estudantes na produção de um informativo para apresentar à comunidade as ações desenvolvidas pela escola.

A ação mostrou, na prática, como a aprendizagem pode ultrapassar os muros da escola e fortalecer vínculos entre educação, inclusão e comunidade. A Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, parabeniza os estudantes e profissionais envolvidos pela iniciativa, que uniu conhecimento, participação e cuidado com a vida.

Saiba mais

O Setembro Amarelo surgiu a partir da história de Mike Emme, jovem norte-americano que morreu por suicídio em 1994. A mobilização iniciada por familiares e amigos, associada à cor amarela, tornou-se símbolo de prevenção e inspirou campanhas em diferentes países. No Brasil, o movimento ganhou força a partir de 2015.

Quem estiver passando por sofrimento emocional pode conversar com alguém de confiança e procurar uma unidade de saúde ou serviço de saúde mental. O CVV (Centro de Valorização da Vida) também oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188, 24 horas por dia.

Palavras-chave: Setembro Amarelo | Educação Inclusiva | Valorização da Vida | Arte e Educação


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